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Ranking mostra realidade de saneamento no Brasil.

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Os indicadores de saneamento básico no Brasil ainda são preocupantes. Após dez anos da Lei Federal nº 11.445, de 2007 (LNSB), que estabeleceu as diretrizes nacionais para o saneamento básico, ainda há uma vasta discussão sobre o tema.

As discussões apontam para a preocupante condição ambiental da população, especialmente no que concerne à falta de tratamento de esgoto, que expõe a população aos riscos de proliferação de doenças parasitárias e infecciosas.

De acordo com o Ranking do Saneamento Básico 2017 das 100 maiores cidades do Brasil, uma iniciativa anual do Instituto Trata Brasil, 50,3% da população tem acesso à coleta dos esgotos, enquanto apenas 42% possui esgoto tratado. O estudo faz uma avaliação sobre a evolução dos indicadores de água, esgotos, investimentos e perdas de água nas maiores cidades, com foco nas capitais brasileiras.

A pesquisa tem como base os dados de 2015, publicados pelo Ministério das Cidades. Apesar da pouca evolução apontada no estudo, o Brasil ultrapassou a barreira de ter mais da metade da população com coleta de esgotos.

Tratamento de esgoto

Entre os problemas que geram a falta de tratamento em algumas regiões do Brasil, destacados pela direção da TEGA ENGENHARIA, estão: a falta de investimentos, políticas de incentivo, ausência de execução da rede coletora de esgotos e problemas de urbanização. “Não há políticas para investimentos e continuidade de obras. Muitas obras param no meio do caminho por falta de verba, licenciamento ambiental, dificuldades na execução da rede coletora de esgotos, dentre outros fatores”, enfatiza o diretor José Weber Neto.

De acordo com Neto, a descentralização das ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto) seria uma solução para sanar este problema no Brasil. “Descentralizando as ETEs com a implantação de estações de menor capacidade como, por exemplo, plantas compactas, você diminui consideravelmente o impacto de grandes obras e facilita a instalação”, explica.

A falta de incentivos ficais para o setor também é um fato dificultador para mudar a realidade do país, segundo o diretor.

Serviço - A TEGA ENGENHARIA desenvolve projetos completos em 3D para plantas de Tratamento de água e efluentes em indústrias ou companhias de saneamento. Todos os projetos desenvolvidos atendem às normas vigentes e ao Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) 430, artigo 18 e 19a, do decreto estadual 8.468:1976, com baixa produção de lodo, ausência de odores, baixo consumo de energia e economia de espaço. Mais informações e orçamentos, clique aqui.


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