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ETE Compacta - Efluentes Industriais.


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Tratamento físico-químico

Aplicações
Esse equipamento pode ser aplicado em efluentes provenientes de sistemas de tratamento de superfície, tais como: decapagem, fosfatização, anodização, pintura, dentre outros, além de poderem ser usados no tratamento primário/terciário de efluentes sanitários visando o reuso ou a remoção de poluentes específicos como fósforo e DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio).
A seguir são apresentadas as capacidades nominais dos equipamentos fabricados pela Tega:

Capacidades (m3/h)ETE - Efluentes Industriais

Normas atendidas
Parâmetros estabelecidos pela CONAMA 357:2005 e 430:2011, além das legislações estaduais, como o Decreto Estadual 8.468:1976 no Estado de São Paulo.

Funcionamento
O sistema é composto de mistura rápida, câmara de floculação, decantador lamelar, filtração rápida e desinfecção final. O equipamento ainda contempla os tanques de preparo de produtos químicos, bombas dosadoras, bombeamento hidráulico e armário elétrico agrupados em skid. As ECTE FQ são modulares e construídas em tanques de PP (polipropileno), material que confere resistência mecânica e ao ataque químico nos tanques.
O funcionamento do equipamento ocorre de maneira automática e é acionado assim que a boia presente no reservatório de efluente bruto detecta a entrada de fluídos no sistema. Assim que o efluente bruto chega à ECTE FQ, os produtos químicos são dosados e são formados coágulos na etapa de coagulação e flocos maiores na floculação por agitação mecânica.

A separação destes flocos é feita no decantador lamelar. Após esse procedimento, o efluente verte pela parte superior e cai num compartimento de passagem para então acionar automaticamente as bombas que pressurizam a água para passar pelos filtros. O final do tratamento ocorre através da passagem do efluente pelo clorador de pastilhas, que adiciona o cloro necessário para desinfecção.
Os poluentes dissolvidos no efluente são precipitados através da adição de agentes coagulantes e floculantes. Estas substâncias decantam no tanque decantador que possui lamelas para acelerar este processo. O efluente já clarificado passa então por processo de filtração.
Opcionalmente pode ser fornecida medição online de parâmetros críticos do processo, como pH e vazão, além de monitoramento remoto via sinal de rádio/celular do funcionamento do sistema (bombas, nível de tanques etc) e dos indicadores de qualidade do efluente tratado. Dependendo do requisito do cliente e da geração de lodo, este equipamento pode ser fornecido junto com uma unidade desaguadora de lodo, adotando-se, geralmente, filtro prensa para tal finalidade.

Como Instalar
A instalação deve ser realizada sobre o solo e requer uma laje radier. Outros detalhes também são necessários e descritos no projeto de implantação do equipamento. Dependendo do porte do equipamento é necessária a construção de uma casa de máquinas para abrigo do painel elétrico e sistema de bombeamento.

Outras informações
O equipamento requer simples manutenção. A Tega disponibiliza com o equipamento um manual de operação que cita todas as medidas necessárias para acompanhamento e monitoramento do sistema. Abaixo estão algumas:
• Reposição de produtos químicos;
• Drenagem de lodo do decantador;
• Retrolavagem dos filtros (caso estes não sejam automáticos);
• Manutenção preventiva dos equipamentos do sistema;
• Reposição de pastilhas de cloro na etapa de desinfecção.
Ainda assim, caso seja necessário a Tega possui equipe de assistência técnica para solucionar eventuais problemas.

Tratamento biológico

Aplicações
Indústrias alimentícias, farmacêutica, química, petroquímica, têxtil e outras que tenha geração de efluentes com elevada carga orgânica que geralmente é expressa como DBO/DQO.

ETE - Efluentes Industriais

Capacidades
Os projetos para estes efluentes serão elaborados mediante a um estudo prévio considerando a vazão de contribuição e a caracterização físico-química do efluente.

Normas atendidas
Parâmetros estabelecidos pela CONAMA 357:2005 e 430:2011, além das legislações estaduais, como o Decreto Estadual 8.468:1976 no Estado de São Paulo.

Funcionamento
O tratamento biológico ocorre através de microrganismos que fazem a degradação de substâncias orgânicas do efluente, assimiladas como 'alimento' e fonte de energia, mediante processos redutores ou oxidativos. Com isso, obtém-se uma alta remoção da matéria orgânica presente no efluente, tendo-se como produto final o gás metano, CO2 e água, além de outros subprodutos.


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